segunda-feira, 22 de novembro de 2010

22 de Novembro

22 de novembro, mais uma data aqui retrata, uma história de belezas e primores da terrinha tão amada, vim festejar! e nesse verso quero te homenagear, falo de coração, é grande a emoção, agora são 59 anos da nossa emancipação, o teu nasce foi o mais belo e formoso acontecer.
O teu valor é grandioso, da gente apreciar, e as graças? Lindos rios nascem na serra das matas.  O ar puro que beleza o lindo da natureza até hoje eu não sei por quis sair de lá.

A virtude e a fé se encaixam num planar
Salve! Monsenhor Tabosa, serra - sertão alencar. 
monsenhor é a riqueza de um povo lutador, 
sou da antiga telha com muito orgulho, imenso amor.

Honório Neto

terça-feira, 16 de novembro de 2010

"Tecendo o Episteme"

Depois da criação do Blog, as pessoas sempre me perguntavam qual o significado da palavra episteme,  resolvi falar um pouco sobre essa palavra, publicando em que sentido se situa a expressão.

Existem muitos significados com relação à palavra episteme. O título do blog caminha no sentido do conceito de tehcne (prática de algum conhecimento) refere-se à primeira máxima. "conhece-te ti mesmo. "Condição" possibilidade do conhecimento de um determinado momento. A prática de algum conhecimento possibilita o esclarecimento de muitas indagações. Quando tecemos essa prática no coletivo, estamos contribuindo na construção positiva do saber de cada ser, que é o todo. Na lição de Edgar Morin, A parte está no todo, assim como o todo está na parte, isto é, que o somatório das pequenas ações e das interações entre elas, transcende seu aspecto local, podendo produzir efeitos surpreendentes no todo.

. Em suma, "Tecendo o Episteme", quer dizer, construindo o saber de formar complexa, que é aquilo que é tecido junto.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Trem das Cores

Linda poesia, uma maneira de ver as coisas que só os artistas são capazes.
Trechos da letra me faz recordar momentos vividos em Monsenhor Tabosa, minha terra natal. 
É como se Caetano estivesse viajando de trem e relatasse tudo o que ver.

A franja na encosta 
Cor de laranja
Capim rosa chá
O mel desses olhos luz
Mel de cor ímpar
O ouro ainda não bem verde da serra
A prata do trem
A lua e a estrela
Anel de turquesa
Os átomos todos dançam
Madruga
Reluz neblina
Crianças cor de romã
Entram no vagão
O oliva da nuvem chumbo
Ficando
Pra trás da manhã
E a seda azul do papel
Que envolve a maçã
As casas tão verde e rosa
Que vão passando ao nos ver passar
Os dois lados da janela
E aquela num tom de azul
Quase inexistente, azul que não há
Azul que é pura memória de algum lugar
Teu cabelo preto
Explícito objeto
Castanhos lábios
Ou pra ser exato
Lábios cor de açaí
E aqui, trem das cores
Sábios projetos:
Tocar na central
E o céu de um azul
Celeste celestial

Criança, a alma do negócio.