quarta-feira, 11 de maio de 2011

Dívida judicial poderá ser paga com cartão de crédito ou débito

CNJ quer agilizar execução de processos; projeto começa este ano pelo TRT do Pará.
A partir de outubro, o Tribunal Regional do Trabalho do Pará inaugura um projeto-piloto para usar máquinas de cartão de crédito e débito em sessões de conciliação judicial. A ideia é simples: havendo consenso entre as partes, o pagamento é imediato. Até o ano que vem, o CNJ ( Conselho Nacional de Justiça ), idealizador do projeto, espera que a prática esteja em pleno funcionamento em toda a Justiça brasileira. A CEF (Caixa Econômica Federal) e a Redecard são parceiras do projeto. A ideia tem por objetivo resolver um dos maiores problemas do Judiciário brasileiro: o congestionamento de processos de execução. Os dados mais atuais do CNJ , relativos a 2009, mostram que, de cada cem casos resolvidos definitivamente pela Justiça comum do país, pouco menos de 30 são de fato executados naquele ano. Hoje, quando as partes entram em acordo, o pagamento de uma dívida é feito manualmente, por meio de depósitos bancários. Quando a dívida é parcelada, o caso só é arquivado após o pagamento total. Se ocorre atraso, novos processos judiciais são criados. Com as máquinas de cartão, assim que o pagamento for aprovado e o recibo for impresso, o processo estará imediatamente encerrado. ;Se o devedor não pagar, ele terá de se entender com o banco, e não com a Justiça ;, diz o juiz-auxiliar da Corregedoria do CNJ , Marlos Augusto Melek, autor do projeto.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 26 de abril de 2011

"Entre Tantos"

Entre tantos encontros não nos encotravamos
Entre tantos olhares não nos avistávamos
Entre tantos laços, nunca estivemos tão atados
Em carinho, em troca, afeto, no amor... 
Entre tantos outros
Entre tantos anos
Que sorte a nossa, heim?
Entre tantas paixões

Entre tantos momentos, vivo intensamente
Esse encontro, nós dois, esse amor...

Correio ou Correios?


1) Um leitor pergunta qual a forma correta: correio ou correios?
2) Para bem situar a questão, importa observar que, na origem, correio era um mensageiro, um indivíduo que portava mensagens.
3) No decorrer dos tempos, passou a significar também o sistema de comunicação que pressupõe um intercâmbio de mensagens, feito especialmente por meio da troca de correspondência entre as pessoas.
4) Em seguida, por metonímia, passou, de igual modo, a abranger a repartição onde se operam as trasladações de correspondência entre os usuários desse sistema.
5) Apenas para não estender em demasia estas considerações, anota-se que, também por metonímia, passou a significar o prédio, o edifício que abriga esse tipo de repartição.
6) Com essas considerações, com tantos significados, ora querendo dizer uma unidade, ora com a acepção de uma pluralidade, vê-se que não há como vedar a possibilidade de uso do vocábulo correio tanto no singular quanto no plural, conforme o sentido que se lhe quiser dar.
 
Fonte: www.migalhas.com.br